terça-feira, 15 de setembro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O
lugar mais quente do mundo Dasht-e Lut, também conhecido como o Deserto de Lut,
é um grande deserto de sal no sudeste da província de Kerman, no Irã. Na
superfície arenosa do local tem sido medidas temperaturas tão elevadas quanto 71°C.
Um satélite da NASA, num estudo de sete anos de temperaturas da superfície
terrestre global, indicou o Deserto de Lut como o ponto mais quente do planeta.

O termômetro é um aparelho usado para medir a temperatura e suas variações. É composto por uma substância que possui propriedade termométrica, isto é, varia com a temperatura, mostrando o equilíbrio térmico - troca de calor entre corpos.

A construção de um termômetro é baseada no uso de alguma grandeza física que depende da temperatura, como o volume de um gás mantido a pressão constante, o volume de um corpo entre outros.
Escala Celsius
Na escala Celsius o ponto
de gelo é 0 e o ponto de ebulição é 100.Escala FahrenheitNa escala Fahrenheit o ponto de gelo é 32 e o ponto de ebulição é 212.
Escala Kelvin

De acordo com a história, o primeiro termômetro a ser construído foi o de Galileu em 1592, mais conhecido como termoscópio. Em 1714, Daniel, Fahrenheit inventou o
termômetro de Mercúrio.O primeiro termômetro, de Galileu, era feito de um fino tubo de vidro, que tinha uma de suas extremidades colocada em recipiente contendo água colorida e na outra um bulbo, também de vidro. Era usado pelos médicos da época para medir a temperatura das pessoas. Atualmente não é considerado um termômetro, pois não possuía escalas, ele permitia apenas a comparação entre as temperaturas de dois corpos ou objetos. Com o tempo, outros cientistas se dedicaram também a construção de termômetros. Embora os termômetros à base de líquidos tenham sido inventados há muitos anos, o termômetro com mercúrio tem sido usado frequentemente nos últimos tempos.
Na escala Kelvin o ponto de gelo é 273 e o ponto de ebulição é 373.
Ou seja: 0°C = 32 °F = 273 K100°C = 212 °F = 373 K
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Por que o céu é azul?
A explicação para
o fato de o céu ser azul pode ser dada a partir de um fenômeno físico denominado
espalhamento de Rayleigh. A radiação
solar é uma luz branca, porém composta por várias outras tonalidades de cor,
cada qual com um comprimento de onda específico. A distância entre uma crista e
outra vai modular essa frequência de cores. As partes mais elevadas são
proporcionais à energia radiada para cada cor. Quando a luz penetra na
atmosfera ela atinge os átomos de nitrogênio, oxigênio e outras partículas que
compõem a atmosfera, dando origem ao espalhamento.
A luz solar é espalhada em várias direções e com várias tonalidades de cor,
cada uma com um comprimento de onda específico. A onda que possui o comprimento
da cor azul é mais bem definida e eficiente do que as outras, por isso, vemos o
céu todo azul.
Por que no céu as vezes surgem outras cores?
Pois a luz percorre um caminho maior para chegar até nossos olhos, por isso no final da tarde ou amanhecer, passamos a ver o céu com um leve toque de vermelho ou laranja.
Por que
surge o Arco-Íris?
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Miopia
É um erro de refração que
afeta a visão a distância. Esse problema ocorre pois a imagem é focada na frente
da retina. Normalmente ocorre pelo fato de o globo ocular ser mais alongado ou
o cristalino ter uma distância focal curta. Os principais sintomas são: visão
embaçada a distância e dificuldade para identificar objetos afastados. A miopia pode ser corrigida com o uso de óculos,
lentes de contato divergentes ou cirurgia. Para ser diagnosticado, são
realizados teste de acuidade visual (como a pessoa consegue ver em várias
distâncias) e tonometria (a pressão dentro do olho).
Hipermetropia
É um erro de refração que faz com que a imagem seja focada
atrás da retina. A hipermetropia causa dificuldade para enxergar objetos
próximos e principalmente para leitura de textos. A hipermetropia ocorre quando o globo ocular possui
menor comprimento ou quando a córnea ou cristalino apresentam menor curvatura. Os
principais sintomas são: visão embaçada mais para perto, queixas de dores de
cabeça ou cansaço ocular e sensação de peso ao redor dos olhos
Este problema pode ser
corrigido com o uso de óculos, lentes de contato convergentes ou cirurgia. Para
ser diagnosticado, os exames realizados são semelhantes aos de pessoas míopes.


Daltonismo
O
daltonismo é um tipo de deficiência visual em que o indivíduo não é capaz de
reconhecer e diferenciar algumas cores específicas. Existem três tipos
principais de daltonismo: a protanopia (diminuição ou ausência total do pigmento vermelho), a deuteranopia (pessoa incapaz de distinguir a cor verde) e a tritanopia (interfere na distinção e
reconhecimento das cores azul e amarelo, e não enxergam a cor laranja). Neste distúrbio,
ocorre um problema com a quantidade de cones e bastonetes, localizados na
retina. Os principais sintomas são: dificuldade para enxergar cores e suas
diferentes tonalidades e a incapacidade de
distinguir a diferença entre as tonalidades de cores iguais e semelhantes. O
daltonismo não tem cura, mas pode ser tratado e suas consequências minimizadas.
Existem lentes de contato e óculos especiais que auxiliam as pessoas com
daltonismo a distinguir cores muito semelhantes.
A Luneta
A Luneta, também conhecida
como telescópio refrator por utilizar o principio de refração da luz para seu
funcionamento, é um instrumento de observação a grandes distâncias,
sendo úteis para observação de astros ou para observação da superfície
terrestre
Uma luneta é basicamente montada da mesma forma que um
microscópio composto, com lente objetiva e ocular (a objetiva tem distância focal da ordem de metros, enquanto na ocular a
distância focal é da ordem dos centímetros).
A primeira lente, a objetiva, capta a luz e a
refrata para a outra lente, a ocular, que tem como função trazer a luz
refratada até o olho humano.
Alguns tipos de telescópio refrator têm lentes de
vidro especial, para evitar um efeito chamado de aberração cromática, que forma
uma distorção colorida na imagem.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
O caleidoscópio
O caleidoscópio é um aparelho óptico formado por um pequeno tubo de cartão ou de metal com pequenos fragmentos de vidro colorido, que, através do reflexo da luz exterior em pequenos espelhos inclinados, apresentam, a cada movimento, combinações variadas e agradáveis de efeito visual. Foi inventado na Inglaterra, em 1817 pelo físico escocês Dawid Brewster e hoje em dia é usado para fornecer padrões de desenho.
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